De um tanto, que a bastada mente,
e sempre, que me há recordado,
nem sempre o mundo se abre ou desmente,
é fato, que me é mostrado.
desfiliado daquilo que me é posto,
íncognito aqui, tenho me prostrado,
o caralho a quatro, pelo encosto,
as muitas vozes que me enchem o saco.
enfim, o regalo do desvairado,
não satisfaz aquele que é submisso,
um corpo deitado, embasbacado.
mantendo, mesmo que ébrio, o compromisso,
estou tranquili, tanto quanto acomodado.
tosco... mesmo tosco... ainda solto um riso.
sábado, 4 de abril de 2009
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